Sempre chega a hora do cansaço, por mais que demore, engane, disfarce.
O cansaço só ta esperando a repetição, o início de fadiga, o descaso, o vacilo. Ele sempre sabe a hora de vim, se fazendo definitivo, rasteiro, lento.
Desestimula, diminui, e leva embora... Acaba com a disposição e a esperança, se ja nao tiver acabado com ela no meio do caminho.
Você nem ve, mas sente como um murro da boca do estomago. Não do seu, da alma. E aí percebe que nada do que faça, tente, lute e esperneie vai da jeito. A não ser que você mude. A posição, a respiração, a cidade ou as companhias. Talvez assim, já que o cansaço é diferente da confiança: Ele vai e volta, e ela só foi.
terça-feira, 25 de maio de 2010
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